Estudar Inglês fora

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Estudar Inglês fora

Diário da Jana

O assunto da semana será dedicado as pessoas que desejam estudar Inglês, fora do Brasil. Não é mais novidade a necessidade de aprender um outro idioma.

Antigamente era um sonho quase que impossível. Lembro bem, de acompanhar histórias de pessoas com boas condições que tiveram a oportunidade de viajar para Inglaterra, Irlanda, Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia, entre outros lugares.

Na altura do Orkut, era possível seguir aquele “conhecido que nasceu no berço de ouro” e teve a chance de viajar para o exterior. E eu pensava, SERÁ QUE UM DIA TEREI ESTA OPORTUNIDADE?”

Hoje, mesmo mediante a chamada CRISE, um brasileiro pode sonhar e concretizar este desejo.

Se você parou para ler este artigo, saiba que você conseguirá realizar todas as metas se, tiver foco, planejamento, poupança e dedicação.

É um erro pensar que as chances só surgem para os vizinhos e conhecidos. Nada nesta vida é impossível. Nada mesmo!

Partiu Vamo Viajar?

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Estudar na Irlanda

Minha Lição de Vida

Começarei este artigo com a minha experiência pela Irlanda. A paixão pela língua estrangeira era antiga. Quando vivia no interior de Minas Gerais, iniciei alguns cursinhos. Mas confesso que eram fracos e eu não tinha muita dedicação. Foram estes dois pontos mencionados acima, que não ajudaram dar um UP na aprendizagem do Idioma.

Quando cheguei a Portugal, percebi o quanto o Inglês fazia falta. Porque é um engano, pensar que viver na terra dos descobridores, só se fala o português.

Todos os meus colegas e conhecidos portugueses dominavam a língua estrangeira, e eu, me sentia “fora da caixinha”. Tive uma grande professora de Inglês portuguesa, uma mestre no idioma. Lembro de ter aulas com ela e as minhas esperanças de aprender eram reais e verdadeiras. Não foram aulas diárias, mas a minha vontade era grande e tentei ao máximo interiorizar o ensinamento dado.

Quando iniciei o Ensino Superior na terra de Camões, percebi a grande URGÊNCIA de aprender o Inglês. Foi muito difícil não compreender nenhuma palavra que o professor dizia. Ele era mesmo um teacher nativo, mas sem bases era quase impossível acompanhar a turma.

Eu tinha medo de frequentar as classes de Inglês e, ser questionada pelo docente. Afinal, as minhas bases eram “pobres” e penso hoje, que o professor não me perguntava nada, para não desestimular-me. Mas recordo bem, dele pedir para que eu não faltasse as aulas e não desanimar.

Foram muitas provas com negativas e cada dia que se passava, eu tinha mais a certeza de ir estudar fora. E o meu sonho era entender o que o teacher dizia e ultrapassar este desafio.

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Você fala Inglês?

Erros no percurso

Uma grande falha de todas as pessoas que desejam estudar uma língua estrangeira, é pensar que apenas o fato de morar no exterior, já fará de você, um fluente do idioma. E, erro maior é, pensar que irá aprender apenas chegando no país. Não é um milagre e nem um passo de mágica. É preciso dedicação e ESTUDAR, ESTUDAR e ESTUDAR.

Depois de ficar em Dublin, as pessoas sempre me perguntavam: Você é fluente em Inglês?

E eu respondia: – é difícil tornar-se um fluente em seis meses de aulas no estrangeiro. Afinal, até hoje, aprendo algumas palavras em português! Posso acrescentar que até hoje estudo a segunda língua que passei a perceber e a amar, o Inglês.

Por isto, a dica do dia é, se você deseja estudar fora, porque não começar estudando ainda em território nacional?

Antigamente, as informações eram poucas. Mas hoje, existe inúmeras plataformas online e gratuitas que oferecem ensino de outros idiomas.

Se arrependimento matasse, eu estaria morta, porque eu pouco estudei, antes de embarcar.

Mas eu tinha em mente uma única coisa, me envolver com o mundo Irlandês, e claro, aprender a língua. Porque o meu OBJETIVO era interiorizar e ultrapassar a minha dificuldade com o idioma que eu nada entendia.

O Facebook me ajudou a ter contatos com pessoas que já moravam na Irlanda. E isto facilitou-me muito. Aproveitei a Rede Social e enviei mensagens privadas aos conhecidos da plataforma. Neste espaço, eu questionava como era viver na Ilha Esmeralda, o custo de vida e possíveis escolas.

Estive preocupada nesta altura, lembro de entrar nos grupos de brasileiros na Irlanda e ler muitos depoimentos de pessoas que foram enganadas ou passadas para trás. Então eu não queria falhar e as pesquisas foram cruciais para descobrir a minha escola de Inglês.

 

Como me planejar?

Com as dicas dos meus colegas do Facebook e notificações dos grupos da Rede Social, enviei e-mails a várias escolas, para saber o que era necessário para ingressar no ensino. As regras não mudavam muito, todas as instituições defendiam os próprios estatutos e eu precisava me orientar.

Juntei todas as informações e passei a ficar “colada” em tudo o que surgia nos famosos classificados. Parece uma loucura, mas mudar de país não é para fracos. E é preciso muita dedicação e recolha de dados.

Serei breve nestas informações, porque nos próximos posts tenho o objetivo de focar em cada passo dado na Irlanda.

O que fica pesado, para nós brasileiros, é a “grana” que temos desembolsar para sair do Brasil, para viver com alguma qualidade de vida. Um dos principais pontos que eu tentei descobrir antes de viajar, era como ficaria legalizada no país. Sim, porque embora eu tivesse permissão para morar em Portugal, tive que iniciar todo o processo para viver legalmente na Irlanda.

Acho que a minha única vantagem foi poupar na passagem de ida para Dublin, porque de resto, tudo foi igual como dos outros conterrâneos.

Na Irlanda, tive a oportunidade de conhecer muitos brasileiros com histórias semelhantes a minha. Grande parte vieram realizar metas com o suor do próprio rosto. Lutaram, economizaram, deixaram de comprar coisas que foram importantes na altura, venderam outras que eram essenciais, mas partiram para o sonho.

É bom ter estes contatos, porque concluímos que estudar no estrangeiro, hoje, não são apenas para “os filhos de papais” 😀

Escolhi a Irlanda, porque na altura foi o país mais barato para viver e estudar.

No próximo post vou falar sobre a escolha da minha escola de Inglês e como foi os primeiros dias na terra de St. Patrick´s

 

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