A Jovem que deixou todo o conforto para fazer VOLUNTARIADO na África

Vale a pena ler esta história inspiradora

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Stéfanie Heliodora Lourenço, 24 anos, Advogada, Mineira, solteira e Cristã. Esta menina que carrega um largo sorriso e um coração bondoso, fala um pouco da realidade na África e como nós podemos ajudar este povo.

Trabalhar em voluntariado não é uma situação muito fácil, pois pode encontrar muitas diferenças sociais diante dos olhos. Um voluntário é uma pessoa que dedica o seu tempo para ajudar outras pessoas sem nenhum tipo de remuneração.

E assim começou a história da mineirinha…

#Partiu Vamo para a Africa?

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Stéfanie é uma jovem da cidade de Varginha e foi com os próprios esforços que graduou-se em Direito. Ela sempre teve envolvida com projetos e constantemente participava do grupo musical da Igreja. Uma vida feliz, rodeada de amigos, familiares e convívios, mas havia um sonho: FAZER MISSÃO PELA ÁFRICA.

O desejo de ir para o campo Africano já segue por longas datas, a advogada conta que foi sozinha rumo ao destino, mas que ao chegar lá, havia tios que recepcionaram-na e  segundo ela, eles também desenvolvem um projeto há 15 anos numa aldeia.11110813_1106782782680515_2663228749849591755_n

Foi através da Junta Administrativa das Missões da Convenção Batista Nacional que Stéfanie conheceu o PROJETO MACANHA «é um nome de uma etnia Guineense, onde já mais de uma década que missionários brasileiros chegaram e iniciaram o projeto de educação, ação social, saúde e evangelização»

Questiono qual era o trabalho diário neste local e ela responde que « a Alfabetização infantil para alunos de 5 a 8 anos, atendimento ambulatorial para a população e diversos trabalhos Evangelísticos em quatro aldeias da região.».

A missão durou três meses, foram 90 dias intensos de descobertas e muito trabalho na Aldeia de Có e arredores. O retorno que se tem durante este tempo, não há dinheiro nenhum que pague. Não há salários, não há promoção na empresa e nem participação dos lucros, apenas a gratidão das pessoas ajudadas. Ela também aproveitou para visitar outros lugares: a capital Bissau e o país ao lado, Senegal e diz que o maior desafio foi o calor extremo.Arquivos da Entrevistada Stéfanie Heliodora

A entrevistada revela algo importante sobre a situação do povo Africano « No primeiro momento e de acordo com o que somos acostumados a ver e viver no Brasil, temos a ideia de uma situação demasiadamente precária, quando não, miserável. Porém, ao conviver com eles a tendência é que mude este pensamento, pois, eles não têm a referência de outro modo de vida. Aquele é o modelo de vida deles.» A missionária ainda enfatiza sobre o que eles realmente necessitam «Acho que não chega a ser relevante as necessidades materiais, já que eles levam um estilo de vida diferente do que somos acostumados, nós somos mais apegados a bens materiais. Penso que o que eles mais necessitam são de coisas como um bom hospital, medicamentos, um bom tratamento de água, segurança, coisas que lá não se encontram com facilidade

Não há dúvidas que esta menina que deixou o conforto da própria casa, viajou por 13 horas e tirou o seu tempo, em que muitas pessoas costumam dizer que “é precioso”, com o intuito de ajudar SERES HUMANOS que nunca viu a frente, resulta-se em duas palavras com significados mútuos: CARIDADE e AMOR.

Arquivo da entrevistada Stéfanie Heliodora

Stéfanie contou uma situação que não esperava « posso destacar o fato de que ao andar nas ruas eu chamava a atenção por ser mais clara do que eles, embora eu também seja negra, e as crianças principalmente ficavam atrás de mim gritando: branco, branco.» No centro de Bissau a capital do País

Ainda recorda o que nunca devemos fazer neste território « Subjugar o povo qualquer tipo de trabalho em seu favor que demonstre mesmo que de longe uma maneira de servidão, pois, eles vêm de um histórico muito grande de exploração. O fato do voluntário deixar o país de origem e ir rumo à África é motivo de alegria para este povo «Eles sentem importantes assim».

Pergunto à Stéfanie quais são os planos futuros e ela diz que pretende finalizar um curso de Missiologia e servir em Missões no país onde Deus a colocar.

A história desta jovem é inspiradora né?
E você, tem vontade de fazer algum voluntariado?

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«Deus chama a existência coisas não são como se fossem.» Romanos 4:17

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Um comentário

  1. Fico orgulhoso e lisonjeado de ter conhecido e por ter a amizade dela nos tempos de escola, sempre foi muito amorosa com todos, não é de se espantar que ela fez tudo isso. Um abraço de um grande amigo e boa sorte para que consiga realizar todos os seus sonhos !
    David Brito.

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