História incrível da jovem que foi trabalhar como babá legalmente nos EUA

Ela achava que apenas os ricos teriam esta oportunidade

Ana Caroline Silva, 33 anos, casada, Radiologista, Mineira, estudante de Biomedicina, Professora de Inglês e nas horas vagas costuma passear com o cão. Esta jovem cheia de afazeres conta como foi parar nos Estados Unidos legalmente.

O processo de VISTO na América do Norte foi considerado burocrático e o grau de exigência é ainda motivo de receio entre os brasileiros. Para além de apresentar vários documentos que comprovem o seu ligamento com o país de origem, há taxas e uma entrevista. Era comum ouvir depoimentos de pessoas frustradas com o pedido de autorização negado.

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Washington

Mas no início do ano de 2012 o Presidente Barack Obama declarou medidas práticas que acelera o processo. De acordo com as informações da Embaixada dos Estados Unidos, as pessoas que apresentam todos os documentos impostos, conseguirá tirar o tão desejado VISTO. Muitos “brazucas” aproveitaram desta porta aberta para visitar a terra mágica dos filmes.

A Radiologista confessa que sempre sonhou em viver fora do Brasil, porém era algo distante no pensamento, pois ela achava que apenas os ricos teriam esta oportunidade. Assim como a entrevistada, há brasileiros que desacreditam na possibilidade de embarcar num novo destino. E a história desta jovem mudará muitas opiniões.

#Partiu Vamo para os Estados Unidos?

Carol e Leo 5

Uma questão abordada foi se Carol participou de algum programa internacional e ela respondeu que sim «Eu fui para os Estados Unidos pelo programa Aupair. O projeto possibilita que a pessoa fique até 2 anos no exterior e more com uma família nativa

Este é um método que pessoas de diversos países utilizam para viver fora de casa. Uma aupair é uma babá no Brasil, porém com algumas dissemelhanças. A família que requer uma cuidadora de crianças, concede a acomodação na própria casa e a alimentação. Já o colaborador poderá ter ou não uma remuneração (isto dependerá do contrato).

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O interessante deste trabalho é o fato de você estar dentro de um lar de estrangeiros e é forçado a comunicar com a família. A professora informa que trabalhava 44 horas semanais e foi neste local que tornou um avanço na aprendizagem do idioma.

As tarefas realizadas no trabalho não eram difíceis«Eu tinha que dirigir as crianças para escola e para as atividades extras. Fora isto, eu organizava os quartos, preparava café da manhã e colocava no banho

Era importante abordar o tema da autorização da residência nos Estados Unidos da América, ainda porque, muitos possuem esta curiosidade. A jovem brasileira diz «Para ser aupair você precisa tirar o visto J1. Esta autorização é concedida apenas uma vez. Tem prazo de 1 ano, podendo ser estendido para 2 anos. E para tirar o visto é um pouco complicado pois você deve provar que tem vínculo com o Brasil. Por exemplo: conta bancária antiga, bens…» USA 2008 4

A mineira instalou-se primeiro na cidade de Wilmington que fica no Estado de Delaware. Depois foi viver para Boston (Massachussets) que segundo ela foi o local especial pois foi onde conheceu o marido Leonardo.

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A futura Biomédica aproveitou para visitar o Caribe e afirma que é surreal «porque nunca acreditei que houvesse água com a tonalidade tão linda.» A menina do Sul de Minas também teve a oportunidade de viajar para a Jamaica e já tem planos futuros de passear por países da Europa.

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A jovem que não teve medo de sair do interior contou uma história engraçada na altura que chegou na América «Uma vez logo quando cheguei, eu decidi ir ao Mc Donalds sozinha e fazer meu pedido sem ajuda. Percebi que ao terminar de pedir, a atendente me olhava de um jeito estranho, mas não disse nada. Quando meu pedido chegou, eu havia encomendado dois sanduíches, nuggets, 2 copos de refrigerante e mais umas bolachinhas. Imagino que ela deve ter pensado que era tudo para mim porque eu não pedi para viagem, eu pedi na bandeja

Não há dúvidas que a entrevistada viveu oportunidades incríveis. E por isto não terminaria uma entrevista sem deixar uma mensagem as pessoas que desejam viajar e conhecer outra cultura «Que persistam no sonho. Não há como imaginar o quanto uma experiência desta te ensina e acima de tudo, te amadurece.»

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O que era uma missão do impossível para Caroline tornou-se sonho real, não foi preciso nascer num berço de ouro para atravessar o oceano e viver esta realidade. Na verdade a vontade de melhorar o Inglês levaram-na a outro país.

E você teria a mesma disposição e coragem?

Brazilian Day 2009
Brazilian Day 2009

«Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.»

(Amyr Klink)

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